07 novembro 2016

Michael Sandel



Filósofo político norte-americano, integra a lista dos principais pensadores globais da revista Prospect. Reconhecido pela Associação Americana de Ciências Políticas pela excelência de sua carreira no ensino, foi como professor do curso Justiça, de Harvard, que se tornou mundialmente conhecido. Apontado pelo The Guardian como "o mestre das grandes questões da vida", suas aulas já somaram mais de 15 mil estudantes de todas as partes do mundo e discutem dilemas morais e éticos para analisar a justificativa das pessoas sobre suas posições e atitudes cotidianas.

http://www.fronteiras.com/conferencistas/michael-sandel






O papel do dinheiro e dos mercados


29 outubro 2016

CriaNegra: nasce um Grupo de Pesquisa/CNPq na Unipampa

O GP “CriaNegra: Cultura, Comunicação e Educação” tem por objetivo realizar investigações sobre políticas e produções culturais, bem como sobre práticas comunicacionais e educomunicativas.

De forma interdisciplinar e com postura ética em pesquisa, o grupo fomenta estudos sobre as inter-relações dos temas citados com a equidade e a diversidade cultural, principalmente sobre as culturas de matriz negro africana, afro-brasileiras, indígenas, ciganas e de identidades de gênero.

A metodologia e os procedimentos privilegiam o rigor científico e a pesquisa qualitativa, que orienta as análises dos dados na produção do conhecimento. Espera-se que os resultados possam ser utilizados como indicadores na formulação de políticas públicas nas áreas da cultura, comunicação e educação, bem como no desenvolvimento de tecnologias sociais (TS) ao integrar saberes populares aos científicos para a qualidade de vida.

Enquanto repercussão, o CriaNegra busca aperfeiçoar as competências de ensino, de pesquisa e de ações extensionistas em exercícios de cidadania com estudantes de graduação e pós-graduação, contribuindo para a qualificação de problemáticas científicas sobre a cultura, a comunicação e a educação na sociedade contemporânea.

De forma operacional, o CriaNegra busca fontes de financiamento e reúne-se periodicamente (presencialmente e/ou virtualmente) para socializar as atividades, refletir sobre temas afins e realizar revisões bibliográficas pertinentes às pesquisas.

Em perspectiva, o CriaNegra dialoga com estudos locais, regionais, nacionais e internacionais através de publicações, oficinas, palestras, cursos e encontros de integração acadêmica. O intuito é qualificar os recursos humanos, bem como organizar redes de cooperação científica com potencial de inovação nas áreas afins, assim como projetar a Unipampa no cenário científico.

20 setembro 2016

RAFUAGI - Manifesto Porongos


13 julho 2016

Festival Latinidades - 9º Edição (2016)


Festival Latinidades – reflexão e festa da diáspora negra

Em sua nona edição Latinidades se consolidou como o maior festival de mulheres negras da América Latina. Seu diferencial, além da quantidade de estados e países envolvidos, diz respeito tanto ao seu caráter cultural quanto ao formativo.

O projeto é bastante conhecido por seus debates e publicações, mas também pelos grandes shows. Todos os anos Latinidades envolve música, dança, teatro, literatura, formação, capacitação, empreendedorismo, economia criativa e comunicação e é realizado por meio de diversas atividades pelo Distrito Federal. Nasceu com intuito de celebrar o Dia da Mulher Afro Latino Americana e Caribenha e abrir espaço para convergir debates e iniciativas do estado e da sociedade civil relacionadas à promoção da igualdade racial e enfrentamento ao racismo e sexismo.

Desenvolve diálogos com o poder público, organizações não-governamentais, movimentos sociais e culturais, universidades, redes, coletivos e outros grupos. Latinidades foi criado para dar visibilidade e celebrar a cultura negra produzida na África e na diáspora, com foco especial na América Latina e Caribe.

Veja programação: http://www.afrolatinas.com.br/

Em 29 de julho de 2016

Mesa: Educomunicação e combate ao racismo

10h00 \ Museu Nacional

A inter-relação entre Educação e Comunicação consiste numa promissora ferramenta de combate ao racismo e de promoção da cultura negra. A abordagem interdisciplinar e o emprego de múltiplos formatos e mídias disponíveis apresentam novas possibilidades educativas, mais dinâmicas e atraentes.

Jean Yves Bassangna (Camarões) : Co-fundador e design de som do Kiro’o Games Studio, com sede em Camarões, que desenvolveu o jogo “Aurion: Legacy of the Kori-Odan”. O game tem por base a mitologia, a moda e as músicas de diferentes regiões da África.

Denise Teófilo (SP): Empreendedora social, arte-educadora e ativista, Denise é cofundadora do projeto de afrobetização Adeola Princesas e Guerreiras, que enfoca o empoderamento e representatividade das crianças e da juventude negra nas escolas. Graduou-se em Ciências Econômicas na UFSCar; foi oficineira e cofundadora na Muta Mundi; cofundadora e membro do coletivo N.E.G.R.R.A.; e membro do Conselho Municipal do Jovem de Sorocaba .

Sátira Pereira Machado (RS) : Mestra em Letras e Doutora em Comunicação, é Professora no Bacharelado em Produção e Política Cultural da Unipampa-RS. Atualmente, cursa o pós-Doutorado em Comunicação com ênfase em Educomunicação no POSCOM/UFSM. É coordenadora executiva do Projeto RS Negro,
diretora de relações internacionais da ABPN e membro da ABPEducom.

Debatedora: Fernanda Luiza Duarte (DF)
Formada em Comunicação Social: Jornalismo pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), é especialista em Jornalismo Digital e em Mídias na Educação. Atualmente é jornalista do Portal EBC, na Empresa Brasil de Comunicação (EBC). É membro da Associação Brasileira de Pesquisadores e Profissionais de Educomunicação (ABPEducom) desde 2013.

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20 abril 2015

Concurso Afreaka de fotografia

É apaixonado por África e fotografia? Como parte da programação do Festival Afreaka: encontros entre Brasil e África Contemporânea, que tem como intuito oferecer ao público exemplos de uma África fora dos estereótipos, foi lançado um concurso que vai selecionar os melhores cliques com um olhar diferente sobre a cultura africana e afro-brasileira.

Para participar basta enviar até cinco fotos criativas (que podem ser produzidas com o auxílio de efeitos digitais) e o seu currículo/portfólio para o e-mail cultura@afreaka.com.br, até o dia 30 de abril. As quatro imagens vencedoras serão expostas em mostra realizada na Biblioteca Mário de Andrade e acompanhadas pelo trabalho de renomados fotógrafos africanos e brasileiros, como Walter Firmo, Márcio Vasconcelos, Zanele Muholi, Ishola Akpô, entre outros.

Os critérios para avaliação são adequação ao objetivo do Afreaka de fomentar e incentivar a pauta positiva acerca do que o mundo africano e afro-brasileiro, cool e descolado, tem a oferecer; além de propriedades artísticas e técnicas na fotografia; experiência com o tema e direcionamento da abordagem. O projeto prioriza também produtores negros e pessoas envolvidas com a cultura afro-brasileira.

Para mais informações, acesse o site do Afreaka.

Exposição "Lélia Gonzalez: o feminismo negro no palco da História"



A exposição "Lélia Gonzalez: o feminismo negro no palco da História" acontece no campus Centro do Colégio Pedro no Rio de Janeiro, na terça feira, dia 28 de abril. O evento acontece a partir das 14hrs. 

Após a exposição, um debate sobre o feminismo negro e as relações étnico-raciais, com:
Azoilda Loretto da Trindade (UNESA / A Cor da Cultura);
Fabiana Lima (UFSBA)
Giovana Xavier (UFRJ)
Janete Santos Ribeiro (ISERJ).

Abertura da Licenciatura em Estudos Africanos contará com a ministra da Igualdade Racial


Foto Abertura da Licenciatura em Estudos Africanos contará com a ministra da Igualdade Racial No dia 5 de maio, às 18h30m, no Auditório Central da Cidade Universitária, a Aula Inaugural da licenciatura em Estudos Africanos  será proferida pela ministra da Secretaria de Políticas de Promoção de Igualdade Racial, Nilma Lino Gomes, que foi a primeira reitora negra de uma universidade federal no País – a Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab), com sede em Redenção, Ceará. Ainda, presidiu, de 2004 a 2006, a Associação Brasileira de Pesquisadores(as) Negros(as) (ABPN). Ela vem celebrar a iniciativa pioneira da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) em implantar o primeiro curso de graduação voltado aos estudos africanos e afro-brasileiros no país.

O curso está em fase de seleção de alunos, que farão um exame seletivo no próximo domingo, 19 de abril, às 9h, no Colégio Universitário da UFMA. Ao todo, 444 candidatos procuram aprovação entre uma das 40 vagas disponíveis, uma média aproximada de uma vaga para cada onze estudantes concorrentes. O resultado será divulgado no dia 30 de abril.

A coordenadora do curso, Kátia Regis, está satisfeita pela repercussão positiva da graduação, em especial a divulgação nas associações de pesquisa como a Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (ANPEd), a Associação Nacional de História (Anpuh) e Associação Nacional de Pós-Graduação em  Filosofia (Anpof). “Por ser uma licenciatura nova e por ser a primeira do Brasil, estamos muito felizes com a repercussão. O grande número de inscritos pode representar uma demanda nacional por professores e professoras que atuem no ensino da história e cultura africana e afro-brasileira”, disse.

Kátia Regis, inclusive, diz que é muito importante a presença da ministra na aula inaugural para valorizar e incentivar a universidade e os pesquisadores que se dedicam às relações étnico-raciais, além de ressaltar as políticas de promoção da igualdade racial e a ancestralidade africana do País. “Esperamos que essa ação pioneira da UFMA possa inspirar outras universidades a implantarem cursos semelhantes”, desejou.

Saiba mais

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (Neab) foi o proponente da criação da proposta e a realização do projeto foi coordenada pelo professor Carlos Benedito Rodrigues da Silva, pela professora Kátia Regis e pelo professor Marcelo Pagliosa, com apoio do reitor Natalino Salgado. A implantação do curso coincide com a comemoração dos 30 anos do Neab e, segundo o professor Carlos Rodrigues, coordenador do Neab, a proposta da licenciatura resulta de uma discussão da obrigatoriedade do ensino de História e Cultura Africana no sistema educacional brasileiro.

Professora da UFPB lança livro sobre a História da beleza negra no Brasil



A professora doutora de Linguística e Língua Portuguesa da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Amanda Batista Braga, lançou o livro História da beleza negra no Brasil: discursos, corpos e práticas. A obra é uma publicação da Editora da Universidade Federal de São Carlos – SP (Edufscar), primeira edição e possui 273 páginas. O livro está à venda no site da editora (http://www.editora.ufscar.br/(link is external) ) com o valor de R$ 39,00.

O livro é fruto de sua Tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Federal da Paraíba como parte dos requisitos para obtenção do Título de Doutor/a em Letras intitulada Retratos em Branco e Preto: Discursos, Corpos e Imagens em uma História da Beleza Negra no Brasil em 2013.

A obra empreende uma análise discursiva sobre os conceitos de beleza negra na história do Brasil: uma leitura dos signos da estética negra numa perspectiva histórica. Da beleza castigada pela escravidão, passando pelo alinhamento moral oferecido pelo século XX, até chegar à pluralidade que o atual momento lhe concede. Ainda, rastreia a emergência de pistas que refletem um conceito estético atribuído ao corpo negro, bem como o modo como essas pistas vão assumindo novas verdades na dispersão do tempo histórico. 

Ciclo de Palestras: Africanidades, Cultura e Cidadania


Política Nacional de Cultura Viva entra em vigor

Política Nacional de Cultura Viva entra em vigor

A partir de agora, os Pontos de Cultura passarão a ter legislação própria e serão política de Estado. A mudança surge com a regulamentação da Política Nacional de Cultura Viva, lançada nesta quarta-feira, 08 de abril, pelo Ministério da Cultura. A legislação foi sancionada em julho de 2014 pela presidenta Dilma Rousseff, mas aguardava regulamentação para entrar em vigor. O lançamento foi realizado durante cerimônia na Funarte, em Brasília – DF. Participaram da atividade gestores estaduais e municipais, ministros, parlamentares e representantes das mais diversas expressões artísticas e culturais do País.

Presente na cerimônia, a ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República, Nilma Lino Gomes, ressaltou a importância da regulamentação da Política, instituída pela Lei 13.018/14, conhecida como Lei Cultura Viva. “Esse é um momento histórico no que se refere ao reconhecimento da diversidade cultural em nosso país. A regulamentação implica o fortalecimento dos vários grupos que compõem essa diversidade, com destaque para os grupos afrobrasileiros. A SEPPIR reconhece que o povo negro tem a acolhida do Ministério da Cultura”, afirmou.

Na mesma perspectiva, o ministro da Cultura, Juca Ferreira, afirmou que a “construção de direitos culturais passa por uma economia inclusiva, passa por justiça, por construção de políticas que superem o racismo e a discriminação”. Por sua vez, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Miguel Rossetto, afirmou que o país reconhece as diferenças e a diversidade cultural. "A nação que queremos é a da igualdade, que reconhece a virtude na diferença, capaz de se identificar na diversidade cultural", afirmou.

Cultura Viva

O Cultura Viva tem como principal objetivo a ampliação do acesso dos brasileiros aos bens culturais do país. A legislação fortalece os Pontos de Cultura que desenvolvem ações culturais continuadas nas comunidades locais.

Atualmente, há cerca de 4 mil Pontos de Cultura no País, localizados em 1.036 municípios de todos os estados brasileiros, que reúnem, em suas ações, cerca de oito milhões de pessoas, segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

A política alcança a produção cultural que vem das periferias e do interior dos mais diversos locais do Brasil, valorizando públicos como mestres da cultura popular, crianças, adolescentes, jovens, idosos, povos indígenas e quilombolas, comunidades tradicionais de matriz africana, ciganos, população LGBT, minorias étnicas, pessoas com deficiência e pessoas ou grupos vítimas de violência, entre outros.

Os Pontos também se tornaram referência de política cultural fora do Brasil, tendo sido adotados em vários países da América Latina, como Argentina, Chile, Peru, Colômbia e Costa Rica.
Com informações do Ministério da Cultura 

 
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