13 dezembro 2014

Diversidade cultural brasileira marca presença nas comemorações dos 10 anos do Cultura Viva

Em Brasília, na última sexta-feira, dia 12 de dezembro, estiveram reunidos representantes de Pontos de Cultura, mestres da cultura popular, indígenas, ciganos e integrantes de comunidades de matriz africana, para um dia de atividades em comemoração aos 10 anos do Programa Cultura Viva. O Complexo Cultural da Funarte foi palco de apresentações culturais, oficinas, palestras, lançamento de publicações, entrega de trabalhos coletivos e assinatura de novas adesões à rede de parceiros do Programa. As atividades, que marcaram o encerramento da Semana Cultura Viva, celebraram a transformação do Cultura Viva em política de Estado, em julho deste ano.
A secretária da Cidadania e da Diversidade Cultural do Ministério da Cultura (MinC), Márcia Rollemberg, ressaltou a importância do Cultura Viva para a ampliação dos direitos e da diversidade cultural brasileira nos últimos 10 anos. Também enfatizou a importância da aprovação da Lei Cultura Viva. "Garante ao programa longevidade, ampliação de recursos e mais facilidades no relacionamento dos beneficiários com o Estado. Além disso, cria o Cadastro Nacional de Pontos e Pontões de Cultura, que deve ser disponibilizado em 120 dias", afirmou. A partir de informações da própria secretária a primeira etapa da regulamentação da lei será publicada ainda neste ano. O presidente da Fundação Cultural Palmares (FCP), Hilton Cobra, apontou a importância do Cultura Viva como a "ideia mais extraordinária das últimas décadas". Além disso, destacou a importância do programa na valorização da cultura das comunidades de matriz africana.
Durante o evento, houve entrega dos relatórios de trabalho do Comitê Técnico de Cultura LGBT, do Grupo de Trabalho Interministerial (GTI) de Acessibilidade e do Colegiado Setorial de Culturas Populares.  As comemorações dos 10 anos do Cultura Viva também foram marcadas pela entrada de duas novas instituições na Rede de Parceiros do programa: a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e a Universidade Estadual de Goiás (UEG).
Além da solenidade, as atividades de encerramento da Semana Cultura Viva incluíram ainda uma apresentação do Ponto de Cultura Grupo de Tradições Marajoara Cruzeirinho, da Ilha de Marajó, no Pará, que mostrou um pouco do carimbó, tradicional manifestação cultural paraense que, em setembro deste ano, foi reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. O encerramento contou ainda com a apresentação cultural do núcleo brasiliense do grupo de capoeira Semente do Jogo de Angola, agora patrimônio imaterial da humanidade.

Para conhecer mais sobre o evento, acesse o site: http://semanaculturaviva.cultura.gov.br/ 

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